Objetivo: Comparar as periodicidades de manutenção propostas por guias nacionais (como o da CBIC) com as normas técnicas vigentes e as recomendações de fabricantes para os sistemas elétricos e hidrossanitários. Gestão de Manutenção: Discute a importância da manutenção preventiva para garantir o desempenho, a durabilidade e a vida útil das edificações, evitando falhas prematuras e custos elevados de reparação corretiva. Análise Normativa: O estudo realizou uma revisão documental em dezenas de normas técnicas, manuais de instalação e certificados de produtos para identificar lacunas entre a teoria normativa e a prática recomendada pela indústria. Sistemas Elétricos: Foca na verificação periódica de componentes críticos, como quadros de distribuição, dispositivos de proteção (disjuntores e DRs) e o estado das cablagens para prevenir riscos de incêndio e sobrecargas. Sistemas Hidrossanitários: Aborda a periodicidade necessária para inspeções em reservatórios, bombas, colunas de água e sistemas de esgoto para evitar fugas e entupimentos. Conclusão: O artigo destaca a necessidade de manuais de uso e manutenção mais claros e alinhados entre fabricantes e normas, promovendo uma cultura de conservação do património edificado.
O documento ensina que a manutenção não deve ser vista como um custo, mas como um investimento necessário para que a edificação atinja ou supere a sua Vida Útil de Projeto (VUP). Aprenderá que:
A ausência de manutenção preventiva acelera a degradação dos materiais.
Intervenções corretivas (feitas após a falha) são significativamente mais caras e perigosas do que as preventivas.
Uma lição central do estudo é a importância de seguir cronogramas rigorosos de inspeção. O texto compara guias nacionais (CBIC) com normas técnicas, destacando prazos para os sistemas:
Sistema Elétrico: Verificação de quadros de distribuição, aperto de ligações para evitar sobreaquecimento e teste de dispositivos de segurança (DR e disjuntores).
Sistema Hidrossanitário: Limpeza de reservatórios, inspeção de bombas, verificação de colunas de esgoto e caixas de gordura para evitar infiltrações e entupimentos.
Aprenderá que o Manual entregue pela construtora é o "guia de sobrevivência" do edifício. O artigo destaca:
A necessidade de alinhar as recomendações dos fabricantes com as normas técnicas (ABNT).
A importância de documentar todas as manutenções realizadas para manter as garantias dos produtos e a segurança jurídica do condomínio.
A visão geral sublinha os perigos de ignorar a manutenção em sistemas invisíveis (dentro das paredes):
Elétrica: Risco de incêndios por curto-circuito e choque elétrico.
Hidráulica: Danos estruturais causados por infiltrações silenciosas e desperdício de recursos hídricos.
O documento propõe uma reflexão sobre a diversidade de fontes de informação. Aprenderá que o gestor predial deve consultar:
Normas Técnicas (NBRs): Que definem os parâmetros mínimos de desempenho.
Manuais de Fabricantes: Que especificam os cuidados com componentes particulares.
Guias Setoriais: Que oferecem boas práticas de gestão económica.
A visão geral conclui que a gestão da manutenção exige uma postura proativa e técnica. Ao dominar as periodicidades e os requisitos normativos, o profissional garante não só a segurança dos utilizadores, mas também a sustentabilidade económica da edificação ao longo das décadas.
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